Como reduzir os preÇos da energia solar fotovoltaica em Portugal e Brasil para metade ou menos?

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Como reduzir os preços da energia solar em Portugal e Brasil para metade ou menos?


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Comentários adicionais
- O peso da energia elétrica de origem solar em Portugal e Brasil é neste momento menor; uma importância puramente residual no Brasil, e pouco mais de 1% do total da energia elétrica produzida em Portugal (o que contrasta com o peso da energia eólica, que está próximo dos 30%).
- O facto de a energia solar só se ter tornado verdadeiramente competitiva nos últimos anos (com os preços a descerem mais de 50%, a nível dos painéis solares, no período 2011-2012) torna o nosso atraso numa questão menor e pouco preocupante, mas seria importante que houvesse uma política de fomento da energia solar fotovoltaica nos dois países, no muito curto prazo.
- A energia solar pode vir a ter um papel particularmente relevante a nível da produção e consumo distribuído de eletricidade para os nossos edifícios; noutros termos: as nossas casas, escolas, hospitais, escritórios, edifícios industriais, públicos e outros podem e devem ser equipados com painéis fotovoltaicos de modo a satisfazerem toda ou a maior parte das suas necessidades em eletricidade; e podem inclusivamente ser equipados de modo a produzirem mais do que necessitam, vendendo eletricidade às redes públicas e a satisfazerem as necessidades elétricas de outros setores, nomeadamente a futura rede de carros elétricos.
- Não é uma visão futurista e deslocada. É algo possível desde já, com vantagens económicas evidentes. As dificuldades são basicamente de ordem operacional e de escala: é uma transição que tem que envolver parceiros fortes (cidades, municípios, bancos, grandes distribuidoras e produtoras de eletricidade, e também empresas de leasing solar suficiente grandes, de modo a implementarem esquemas estandardizados e a beneficiarem de economias de escala).

 

 

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