A eficiÊncia dos pequenos sistemas de eletricidade eÓlicA

Há vários fatores decisivos em termos de eficiência dos pequenos sistemas eólicos de produção elétrica.

Um deles são os pequenos aumentos da velocidade do vento; esses aumentos podem facilmente duplicar ou triplicar a produção elétrica de um pequeno sistema eólico.

Localização e altura da torre

Há que não esquecer a regra do cubo, aplicada aos sistemas eólicos: um aumento para o dobro da velocidade do vento pode aumentar em oito vezes a produção elétrica do sistema.

Daí a importância de fatores como a escolha de uma boa localização, e a altura da torre. São fatores importantíssimos em termos de eficiência dos pequenos sistemas eólicos.

Desenho e materiais

Seja como, as turbinas eólicas modernas são também máquinas sofisticadas, envolvendo pás especialmente desenhadas e novos materiais (compostos de carbono, fibra de vidro) e controlos elétricos que podem melhorar imenso a produção elétrica dos sistemas em causa, comparativamente às turbinas de há algumas décadas atrás ou a sistemas que não incorporem essas inovações tecnológicas.

Ou seja: o desenho global e a qualidade dos materiais do sistema eólico são fundamentais. Há que não esquecê-lo.

Rotor e velocidade do vento
O rotor da turbina e a velocidade do vento no sítio onde a sistema eólico está instalado (frequentemente dependente da altura a que a turbina se encontra) são frequentemente os dois elementos diretamente mais determinantes da eficácia de um pequeno sistema eólico.

O diâmetro do rotor

Mas embora a qualidade e a eficiência de um sistema eólico seja sempre o resultado da combinação de materiais, design e novos sistemas de controlo eletrónico, há um elemento que – na perspetiva do comprador – deve merecer a sua especial atenção: o diâmetro do rotor da turbina.

A eletricidade gerada por uma turbina depende largamente, em termos imediatos, desse elemento.

Diâmetro do rotor e capacidade nominal da turbina

Duas turbinas com a mesma capacidade nominal (5 kW/hora, por exemplo), uma com um rotor com um diâmetro de 3 metros, e outra com um rotor de 4,5 metros, terão de facto uma produção elétrica muito diferente.

A segunda turbina, em igualdade de circunstâncias - ou seja, beneficiando de ventos à mesma velocidade média, e com um desenho, controlos e materiais idênticos - poderá na realidade produzir qualquer coisa como o dobro da eletricidade da primeira (há que não esquecer, a este propósito, que a capacidade nominal de uma turbina é normalmente fixada discricionariamente pelo fabricante, pressupondo ventos a velocidades médias ideais, que na prática só se verificam por curtos períodos. Ver a este propósito: Tipos de sistemas eólicos e sua capacidade).

 

 

 

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