As nossas casas, escolas e outros edifIcios: conforto, BEM- ESTAR e produtividade

A esmagadora maioria das nossas casas, escolas, edifícios comerciais e outros proporcionam baixos níveis de conforto natural.

Os níveis de isolamento das paredes, sótãos, tetos e pisos são baixos; a esmagadora maioria das janelas e portas não controlam significativamente os ganhos e perdas de calor ou ar condicionado dos edifícios. Por outro lado, as nossas casas e edifícios estão muitas vezes mal desenhadas e orientadas em relação ao sol ou às brisas....

Todos estes factores combinados são causa de um consumo excessivo de energia e de baixos níveis de conforto natural, basicamente expresso em temperaturas inconsistentes e inadequados níveis naturais de luminosidade.

Por outras palavras: baixos níveis de eficiência energética provocam baixos níveis de bem-estar, satisfação ou mesmo de produtividade.

Edifícios e desconforto térmico

Eficiência energética

É importante sublinhar os fundamentos subjacentes ao que anunciado acima. Eficiência energética, no caso dos edifícios, não envolve apenas os electrodomésticos, os produtos electrónicos e outro equipamento.

Tem também a ver com as janelas e portas, com os níveis de isolamento térmico - das paredes, sótaos, pisos - com a selagem das correntes de ar, ou como as envolventes externas ao edifício, e com o seu design, configuração e relação com o sol, as brisas e vento.

As questões energéticas têm sido traditicionalmente ignoradas. E a situação com que actualmente nos defrontamos – de milhões de edifícios energéticamente ineficientes - é verdadeiramente calamitosa.

O exemplo das Escolas e dos locais de trabalho

Estudos realizados em escolas Americanas mostram que a questão do conforto térmico e dos níveis de iluminação natural tem fortes implicações na forma como os alunos sentem, ouvem, ou como se relacionam e se comportam. E em última análise com o seu desempenho.

Outras estudos mostram que a produtividade nos locais de trabalho, e os níveis de satisfação dos trabalhadores, também são significativamente afectados pelas mesmas variáveis.

Conclusão: a renovação do nosso parque habitacional, escolas e outros edifícios passa pela melhoria radical das suas condições térmicas e dos seus indíces de luminosidade natural. Tanto mais que isso é também uma via de reduzir os consumos energéticos e o impacto ambiental dos edifícios, abrindo caminho à libertação de electricidade para a indústria e a rede de transportes eléctrica do futuro, ou para a massificação da instalação da energia solar fotovoltaica...

 

 

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